quinta-feira, 30 de julho de 2009

Eterno amor.

"(...) Quando Mathilde e Manech fizeram amor pela primeira vez ele adormeceu com a mão repousando em seu seio. Cada pontada em seu ferimento é como o coração de Mathilde batendo. E cada pulsação aproxima-a dele. Se Manech estivesse morto, Mathilde saberia. Desde que recebeu a notificação de morte apegou-se teimosamente a sua intuição como a um fio delicado. Ela nunca desanima. Além disso, Mathilde tem um temperamento otimista. Ela diz que, se o fio não a levar de volta ao amante, tudo bem... Ela poderá usá-lo para se inforcar."

[do filme "Eterno Amor", de Jean-Pierre Jeunet].

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