quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Crianças suicidas.

Despencam dos meus olhos
rios oriundos do mal.
Do sal, o gosto do meu desgosto.
No meu sorriso, um contraposto.

Despencam dos meus olhos

estacas de marfim.
Do fim brotaram flores
ensanguentadas, desamores.

Atadas,

minhas mãos,
cortadas.

Despencam dos meus olhos

crianças suicidas.
Da vida, cobaias... Lacaias.

Espúrios desatinos

controlam vidas de meninos
como eu, assim,
insanos.

[Thom Albuquerque]

6 comentários:

Anônimo disse...

As Lembranças de uma vida que eu quero me perder...

Thom Albuquerque disse...

Nossa.
Comentário comovente e comovedor!

Anônimo disse...

Adoravel poema, amigo. é de uma leveza e ao mesmo tempo de uma força incrível.
Pietro.

Thom Albuquerque disse...

Adorável comentário, amigo.
rsrs
abraço.

Anônimo disse...

Ki rasgação. xD
>anjo

Thom Albuquerque disse...

kkkkkkk. vc é foooda!!!